domingo, 24 de julho de 2011

Sobre_viver



o amor sempre
 me arranha a alma
ora aguardo presença
ora guardo ausência

eis-me eterna aprendiz
de esperas e saudades
ah, que medo de morrer
de eternidades
.

2 comentários:

Rômulo disse...

Ensaio de minúscula meditação,
em forma de comentário,
diante do'sobre_viver'
de Ana Paula.

- Quanto tempo se espera
durante a eternidade ?
- O medo de morrer já não seria
o aprendizado de nossa
eterna_idade ?

Parabéns, again.
Rômulo

Maria Paula Alvim disse...

O problema, Rômulo, é que a eternidade dura uma eternidade... rs

Como quis Fernando Pessoa:
"Porque quem ama nunca sabe o que ama
Nem sabe porque ama, nem o que é amar
Amar é a eterna inocência,
E a única inocência, não pensar..."

Obrigada pelas suas pontuações enriquecedoras. Abraço